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Editada por Monica Rizzolli e com direção de arte de Tony de Marco, a revista Variável vai contar a história da Arte e da Cultura digitais no Brasil. São 96 páginas conversando com artistas, mostrando trabalhos, listando eventos, explicando processos, descrevendo trajetórias de grupos e pessoas que habitam a fronteira da arte com a tecnologia. Entrevistamos 15 artistas para traçar um panorama inédito de um campo pouco documentado em nosso país. Visão computacional, Data Arte, Design, código aberto, Demoscene, Processing, são alguns dos temas abordados nesta edição. E para garantir que essas informações repercutam fora do Brasil, traduzimos todo o texto para o inglês, apresentado nas últimas páginas da publicação.

 

Um catálogo de fontes em uso

A revista traz também um panorama da tipografia nacional, diagramada com as fontes Azulejo Losango, Azulejo Trama, Caturrita, Concreta, Couturier, Discordia, Drummond, Dupincel, Eklipse, Garoa, Hanae, Just Pixo, Labirinto, Lygia, Magno, Marola, Monarcha, Motiva, Obvia, Ofelia, Pausa, Petala, Pimlico, Pollen, Redonda, Silva Text, Suit Sans, Terrorista, Tomorrow, Tupã Nova, Viela e Vinila.

 

Aproveitando os dados variáveis

A impressão foi feita em Portugal em uma Fuji Jet Press, o único equipamento capaz de fornecer a qualidade e a flexibilidade deste projeto. São 500 capas e contracapas diferentes, tornando cada exemplar uma obra de arte numerada. Convidamos Rodrigo Junqueira para adaptar a série 'Tales of Neon City (vol. 1)’ juntando suas paisagens gerativas com 500 logotipos diferentes. Cada paisagem tem o respectivo distrito registrado na contracapa, assim como o número do exemplar. Os logotipos usam a fonte Just Pixo (desenhada pelos editores) distorcida por software criado por André Burnier. Os trabalhos de ambos os artistas são também artigos da revista.

 

Conteúdo

VISÃO DE MÁQUINA

Aborda os retratos obtidos por Sergio Venancio usando Visão Computacional e Aprendizado de Máquina. Qual o lugar do artista nessa nova forma do desenho de observação?

DATA ARTE

Almir de Freitas apresenta um painel da visualização artística de dados. Lista as exposições e entrevista curadores e artistas preocupados em tornar visível o invisível.

DESTRUIDOR DE FONTES

Ao programar ferramentas de manipulação, André Burnier transcende os limites do design. Mas o que ele gosta mesmo é de ‘destruir fontes’ como demonstra em inúmeros sketches.

ENTREVISTA: MONICA TAVARES

Juliana Henno conversa com a arquiteta, artista visual e professora doutora sobre sua trajetória na área da arte-tecnologia. Temas, conceitos e abordagens que levaram a um trabalho que une design, mecatrônica e medicina.

CÓDIGO ABERTO

Entrevista com Carlos de Oliveira (in memoriam), o Vamoss, sobre sua história, motivações e experiências com obras interativas preocupadas com o compartilhamento e a acessibilidade.

DEMOSCENE

Essa é uma história que remonta a meados dos anos 80, com garotos da primeira geração computacional competindo para ver quem conseguia craquear jogos de videogame e softwares de computador.

SCKETCH-A-DAY

Desde 2018 Alexandre Villares publica um programa visual por dia, num exercício que mistura o que está trabalhando com o que está ensinando com o que está aprendendo.

NOITE DE PROCESSING

O Garoa Hacker Clube, em São Paulo, sediou o mais longevo e robusto projeto de divulgação dessa linguagem no Brasil. Conheça todos os eventos e palestrantes entre 2016 e 2024.

DE 1 A 10 AO DE 1 A 100

Guilherme Vieira fala sobre seus projetos de visualização da contagem por meio de imagens que o levaram a refletir sobre boas práticas para a programação criativa. A publicação ˝100 Formas de Contar de 1 a 100 Utilizando Programação˝ pode ser adquirida junto com a revista.

BRINQUEDOS VIRTUAIS

Apresenta os trabalhos de João Antonio Ferreira que exploram jogos, ladrilhos geométricos, interatividade e simulações de física.

NEON CITY

Rodrigo Junqueira explica as origens e desdobramentos de seu projeto gerativo com estética Retrowave que está em cada capa da revista Variável.

UM LIVRO PARA O SÉCULO XXI

Como deveriam ser os artefatos tecnológicos equivalentes ao livro? Guilherme Ranoya reflete sobre formatos e interfaces digitais à procura de uma resposta.

TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

 

Equipe

Editora MONICA RIZZOLLI

Editor de Arte TONY DE MARCO

Editor de Texto ALMIR DE FREITAS

Tradução PAULO CÂNDIDO

 

Características

Tamanho: 22,5 x 30 cm

Capa em couché 350 g com plástico mate

Miolo com 96 páginas em couché-mate 150 g

Lombada quadrada